segunda-feira, dezembro 17, 2007

Certa amiga, quando irritada comigo,

sempre me perguntava:

- Porra Caio, por que você não abre logo

uma loja de inconveniências?

Segui seu conselho. Virei poeta.

6 comentários:

Ramon Alcântara disse...

Uma loja de inconveniências! Bela descrição do ato poético. Se precisa de um balconista, sou pau pra toda obra... abzzzzz

Priscila Lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Priscila Lopes disse...

Interessante. E a gente é inconveniente mesmo ou o espaço não nos conforma ou as pessoas não nos convencem?

Ou

conveniência
em
ser
inconveniente?

.hi-fi. disse...

me convém não convir,
se não é com poesia que preenchemos a vida
inconveniente Ela se torna

Marcos disse...

Uma loja de inconveniências,
para vender sobrevivências...

SAMANTHA ABREU disse...

ahahahahahaha
Adorei!
vamos todos ser inconvenientes!
êba!

Feliz Natal, Caito!
e olha:
tem novidade no Falópio e nas Descontroladas.
Apareça!
Um beijo!